Vale a pena refletir nas palavras de um Epicuro (ou de um Séneca), a este propósito. Elas têm mais de dois mil anos, mas são intemporais:
Há que sarar as nossas feridas por via de uma atitude serena face ao passado e pelo reconhecimento de que é impossível desfazer o que está feito.

Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, The Extant Remains

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