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Mike and Molly, um casal de peso


A série Mike & Molly é mais uma comédia romântica em torno da vida de duas pessoas que se apaixonam por acaso.
Com o objetivo simples de mostrar a vida de pessoas comuns. Por comuns, entenda-se um policial de Chicago e uma professora , ambos acima do peso, e "fofissimos" que se apaixonam durante um programa de apoio a pessoas obesas. Ambos passam por dificuldades no dia-a-dia na tentativa de levar a frente uma alimentação e estilo de vida mais saudáveis. E todas essas histórias são temperadas com muito bom humor.
Mike Biggs (Billy Gardell de My name is Earl) tem problemas de autoestima, mas está determinado a emagrecer. Molly Flynn (Melissa McCarthy de Gilmore Girls), por sua vez, lida bem com a questão, apesar de ter uma família que pega no seu pé. O encontro promete render tiradas de uma típica comédia romântica, com a questão do peso sendo tratada de forma natural.
Garantia de muitas e boas risadas.



Mike & Molly, Um Casal de Peso – Todas as segundas-feiras, às 20h, na Warner Channel
"O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida."

Fernando Pessoa
Os sentimentos contraditórios que vivenciam os apaixonados, ora ansiosos e insatisfeitos, ora sentido-se plenos e completos, são interpretados por uma narrativa mítica que explica o dilema de quem ama. Conta essa narrativa que havia uma deusa grega que se chamava Penúria, extremamente miserável, que vivia sedenta e faminta. Havendo uma grande festa dos deuses, Penúria não fora convidada, mas no final da festa, ela veio e comeu os restos, as migalhas que sobraram. Satisfeita, a deusa dormiu com o deus Poros, um astuto e engenhoso, dono de uma personalidade envolvente. Dessa relação sexual nasceu o deus Eros, mais conhecido como Cupido. Eros herdou do pai e da mãe suas características mais evidentes, ora faminto e sedento, ora envolvente e astuto. Desde então toda pessoa que é acertada pela flecha de Eros passa a vivenciar os sentimentos contraditórios que ele herdou simultaneamente de Penúria e de Poros.O mito do amor tenta explicar o conflito dos sentimentos das pessoas apaixonadas.
Como vc pode amar outra pessoa se não ama vc mesmo, se está infeliz com vc mesmo ?

Pense nisso !
Porque será q fazem sempre tantas canções de amor? Ninguém cansa não é ?!
E o pior é que todo mundo canta, inclusive eu.
De minha parte as vezes não aguento. Noventa e nove e um pouco mais por cento das músicas que existem são de amor, de romance, e bla bla bla.
Quero cantar só as canções de protesto contra as canções de amor, seria uma boa.
Odeio "As Time Goes By" e afins, muito ciúme, muita queixa, muito "ai" muita saudade, muito coração, muita melação. Não só nas canções como nos filmes.
Por isso que sou fã de madagascar, é um filme totalmente sem romance nenhum!

Ego ! santo ou maldito? eis a questão


Se eu parasse para comparar tudo o que sou agora com o que eu fui ontem, eu ia me deparar com um fluxo permanente de um paradoxo inexplicável, porém indispensável. Tudo que eu disse e ouvi ontem, ficou preso num espaço temporal que não revela quem somos ou o que procuramos, é apenas pano de fundo para a próxima mudança. Estranho? Se nos prendermos a um processo lógico de causa e efeito, com certeza ficaremos presos a perspectivas, o que acaba onerando uma subjetividade que é peculiar a todos os seres humanos. Entretanto, mudanças em um processo constante e deliberado, pode confundir um perfil desconhecido em algo inexplicável e sem confirmações. Então exista enquanto ser e desista de não ser, aplicando-se em ter uma vida mais participativa, haja visto que o ostracismo de sua possível petulância quanto às coisas e informações, podem ser tsunâmicas e, ou lhe levam para o fundo inóspito do desprazer, ou lhe lançam para uma onda perfeita que, se surfada de maneira progressiva e corajosa, acaba renovando um espírito comabalido pelas atrocidades do desconhecido e incrementa sua genética com um novo cromossomo que formará sua carga dominante, e lançará a recessividade de seus medos a mudanças, ao mesmo espaço onde um dia, imperará sua arrogância de achar que a vida de todas as coisas deste mundo, circulam em torno do seu ego.

O que é o Amor? Uma Hidra com mil cabeças!

Como a hidra do mito grego, o amor assume muitas formas – bastantes mais do que as nove cabeças atribuídas à hidra do lago Lerna. Não há apenas o amor parental especialmente visado na Carta aos Coríntios (O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso…).

Há também o amor passional, como diz Shakespeare (é, eu to ficando cult rs) :

O amor é uma fumarada de suspiros, liberto, é uma chama que brilha nos olhos dos enamorados, prisioneiro, é um mar que alimenta as suas lágrimas.
Mas... porem contudo todavia rs, há o amor à sociedade, aos animais, e à arte. E o amor a Deus e a ideias (algumas loucas). E o amor ao poder, ou ao dinheiro, ou à crueldade. É. Algumas formas de amor são declaradamente perversões (o amor ao dinheiro, por exemplo) ou monstruosidades (o amor sádico, de alguns carrascos e psicopatas).
O que quero dizer é que o amor pode de fato envolver características de uma hidra monstruosa, no sentido mais literal do termo, o que em certa perspectiva justificaria uma iniciativa como a de Hércules, a uma Amione distante.
Só que essa tentativa nunca teria o êxito conseguido por Hércules. No caso do amor, o Monstro e a Bela confundem-se (como na história da Bela e o Monstro). A fonte de onde brota os amores monstruosos e pervertidos é a mesma que alimenta os amores grandiosos. O amor pode inclusivamente ser fonte de ódio: ao se amar uma certa ideia de Deus, ou de Pátria, ou uma certa mulher, ou uma certa coisa, pode odiar-se tudo aquilo que resiste e se opõe a esse amor… É. O amor pode ser fonte de ódio. Contraditoriamente. Alguns dos nossos maiores amores envolvem também ódios profundos.
Andei lendo livros, ve se pode rs