Os sentimentos contraditórios que vivenciam os apaixonados, ora ansiosos e insatisfeitos, ora sentido-se plenos e completos, são interpretados por uma narrativa mítica que explica o dilema de quem ama. Conta essa narrativa que havia uma deusa grega que se chamava Penúria, extremamente miserável, que vivia sedenta e faminta. Havendo uma grande festa dos deuses, Penúria não fora convidada, mas no final da festa, ela veio e comeu os restos, as migalhas que sobraram. Satisfeita, a deusa dormiu com o deus Poros, um astuto e engenhoso, dono de uma personalidade envolvente. Dessa relação sexual nasceu o deus Eros, mais conhecido como Cupido. Eros herdou do pai e da mãe suas características mais evidentes, ora faminto e sedento, ora envolvente e astuto. Desde então toda pessoa que é acertada pela flecha de Eros passa a vivenciar os sentimentos contraditórios que ele herdou simultaneamente de Penúria e de Poros.O mito do amor tenta explicar o conflito dos sentimentos das pessoas apaixonadas.
Porque será q fazem sempre tantas canções de amor? Ninguém cansa não é ?!
E o pior é que todo mundo canta, inclusive eu.
De minha parte as vezes não aguento. Noventa e nove e um pouco mais por cento das músicas que existem são de amor, de romance, e bla bla bla.
Quero cantar só as canções de protesto contra as canções de amor, seria uma boa.
Odeio "As Time Goes By" e afins, muito ciúme, muita queixa, muito "ai" muita saudade, muito coração, muita melação. Não só nas canções como nos filmes.
Por isso que sou fã de madagascar, é um filme totalmente sem romance nenhum!
E o pior é que todo mundo canta, inclusive eu.
De minha parte as vezes não aguento. Noventa e nove e um pouco mais por cento das músicas que existem são de amor, de romance, e bla bla bla.
Quero cantar só as canções de protesto contra as canções de amor, seria uma boa.
Odeio "As Time Goes By" e afins, muito ciúme, muita queixa, muito "ai" muita saudade, muito coração, muita melação. Não só nas canções como nos filmes.
Por isso que sou fã de madagascar, é um filme totalmente sem romance nenhum!
Ego ! santo ou maldito? eis a questão
Se eu parasse para comparar tudo o que sou agora com o que eu fui ontem, eu ia me deparar com um fluxo permanente de um paradoxo inexplicável, porém indispensável. Tudo que eu disse e ouvi ontem, ficou preso num espaço temporal que não revela quem somos ou o que procuramos, é apenas pano de fundo para a próxima mudança. Estranho? Se nos prendermos a um processo lógico de causa e efeito, com certeza ficaremos presos a perspectivas, o que acaba onerando uma subjetividade que é peculiar a todos os seres humanos. Entretanto, mudanças em um processo constante e deliberado, pode confundir um perfil desconhecido em algo inexplicável e sem confirmações. Então exista enquanto ser e desista de não ser, aplicando-se em ter uma vida mais participativa, haja visto que o ostracismo de sua possível petulância quanto às coisas e informações, podem ser tsunâmicas e, ou lhe levam para o fundo inóspito do desprazer, ou lhe lançam para uma onda perfeita que, se surfada de maneira progressiva e corajosa, acaba renovando um espírito comabalido pelas atrocidades do desconhecido e incrementa sua genética com um novo cromossomo que formará sua carga dominante, e lançará a recessividade de seus medos a mudanças, ao mesmo espaço onde um dia, imperará sua arrogância de achar que a vida de todas as coisas deste mundo, circulam em torno do seu ego.
O que é o Amor? Uma Hidra com mil cabeças!
Como a hidra do mito grego, o amor assume muitas formas – bastantes mais do que as nove cabeças atribuídas à hidra do lago Lerna. Não há apenas o amor parental especialmente visado na Carta aos Coríntios (O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso…).
Há também o amor passional, como diz Shakespeare (é, eu to ficando cult rs) :
Há também o amor passional, como diz Shakespeare (é, eu to ficando cult rs) :
O amor é uma fumarada de suspiros, liberto, é uma chama que brilha nos olhos dos enamorados, prisioneiro, é um mar que alimenta as suas lágrimas.
Mas... porem contudo todavia rs, há o amor à sociedade, aos animais, e à arte. E o amor a Deus e a ideias (algumas loucas). E o amor ao poder, ou ao dinheiro, ou à crueldade. É. Algumas formas de amor são declaradamente perversões (o amor ao dinheiro, por exemplo) ou monstruosidades (o amor sádico, de alguns carrascos e psicopatas).
O que quero dizer é que o amor pode de fato envolver características de uma hidra monstruosa, no sentido mais literal do termo, o que em certa perspectiva justificaria uma iniciativa como a de Hércules, a uma Amione distante.
Só que essa tentativa nunca teria o êxito conseguido por Hércules. No caso do amor, o Monstro e a Bela confundem-se (como na história da Bela e o Monstro). A fonte de onde brota os amores monstruosos e pervertidos é a mesma que alimenta os amores grandiosos. O amor pode inclusivamente ser fonte de ódio: ao se amar uma certa ideia de Deus, ou de Pátria, ou uma certa mulher, ou uma certa coisa, pode odiar-se tudo aquilo que resiste e se opõe a esse amor… É. O amor pode ser fonte de ódio. Contraditoriamente. Alguns dos nossos maiores amores envolvem também ódios profundos.
Andei lendo livros, ve se pode rs
Vale a pena refletir nas palavras de um Epicuro (ou de um Séneca), a este propósito. Elas têm mais de dois mil anos, mas são intemporais:
Há que sarar as nossas feridas por via de uma atitude serena face ao passado e pelo reconhecimento de que é impossível desfazer o que está feito.
Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, The Extant Remains
Dica Literária
Blink - a decisão num piscar de olhos
Acabei de ler esse livro. O livro BLINK trás a idéia de que devemos aprender a confiar em decisões tomadas em poucos segundos e que muitas vezes essas decisões são mais corretas do que as que tomamos ao analisar diversas variáveis de algum problema. Não pretendo fazer uma resenha do livro, mas sim comentar sobre uma parte em especial. O autor cita durante o livro o caso de uma mulher que toca Trombone e faz um teste para entrar em uma orquestra de Munique. Alguns experts irão avaliá-la mas sem saber quem ela é. Como? Simples, todos os candidatos tocaram atrás de uma tela que impedia que os julgadores soubessem se era homem ou mulher. A candidata foi avaliada apenas pelo seu talento.Ela faz o teste, desde a primeira nota tocada (como relata o autor) os avaliadores sabiam que aquela pessoa seria a escolhida. Mandaram os outros candidatos embora e chamaram quem havia sido escolhido, e... tiveram uma surpresa.Quando viram que era uma mulher, não podiam acreditar. Mas claro que não, pois esperavam um homem. Era "lei" que o trombone era um instrumento masculino. E quando enviaram a carta à candidata haviam escrito HERR e não FRAU (aparentemente, HERR seria Sr.), o que passou desapercebido pela própria mulher que foi fazer o teste. Ela foi aceita de qualquer maneira, mas teve diversos problemas, os quais teve que resolver judicialmente.Nesse momento, o autor mostra mais uma vez que nossa primeira impressão deve ser considerada, pois afinal ela era uma excelente artista. E que se os avaliadores soubessem que ela era mulher, todos os seus preconceitos os impediria de tomar a melhor decisão, afinal ali estava uma mulher tocando um instrumento de "homem".Ao ler essa passagem, pensei em um assunto que já escrevi mais de uma vez nesse blog: relações que começam na internet. Acho que agora entendo um pouco melhor o motivo porque nos atraímos por pessoas que nunca vimos. Não tenho nenhum conhecimento psicológico/neurológico para afirmar que seria o caso semelhante ao do teste dos músicos cobertos por uma tela, mas acho que sim.Filtramos nossa atenção ao que realmente interessa, as idéias da pessoa, o que ela pensa, a visão de mundo. Algumas coisas podemos mentir para passar a idéia errada propositalmente, mas com as redes sociais, isso fica cada vez mais difícil porque conseguimos buscar informações diversas olhando para diferentes perfis e comunidades.A primeira impressão física, do jeito de andar, das expressões, ficam distantes. Ontem mesmo, uma amiga me perguntou se era possível gostar muito de alguém que tu tem uma relação mais a distância. E eu acredito que sim.Da mesma forma que por mais talentosa que fosse (e os avaliadores sabiam disso) a candidata sofreu preconceitos por ser mulher (e ao buscar justiça, ganhou em todos os casos), muitas vezes quando conhecemos alguém que antes vivia nessa distância das redes sociais, acabamos deixando que nossos preconceitos mudem a opinião sobre ela. Já aconteceu comigo, de falar com alguém que eu considerava interessante e ao vê-la mudei o meu conceito porque achei que ela era "patricinha".Como tenho já uma imagem ruim de patricinhas, aquela pessoa mudou totalmente pra mim. E não teve jeito de eu me livrar disso.Eu tenho me interessado por essa área do "desconhecido" de nosso cérebro e decisões. O que nos motiva a escolher determinadas coisas e que muitas vezes escolhemos sem saber o porquê. Já havia lido o Buyology (A Lógica do Consumo) e agora esse Blink (que não é totalmente sobre negócios e marketing, mas poderia ser aplicado certamente). Me fizeram refletir e até entender algumas coisas que eu fiz e vejo outras pessoas fazerem. Blink é um bom livro, aconselho.
Para meus amigos que estão...SOLTEIROS
O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. Mas quando menos esperar, ela está ali do seu lado. O amor pode te fazer feliz, mas às vezes também pode te ferir. Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher .Para meus amigos...NÃO SOLTEIROSAmor não é se envolver com a "pessoa perfeita", aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.Para meus amigos que gostam de...PAQUERARNunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo derramar em lágrimas por causa de ti. A COISA MAIS CRUEL QUE ALGUÉM PODE FAZER É PERMITIR QUE ALGUÉM SE APAIXONE POR VOCÊ, QUANDO VOCÊ NÃO PRETENDE FAZER O MESMO. Para meus amigos...CASADOS. O amor não te faz dizer "a culpa é", mas te faz dizer "me perdoe". Compreender o outro, tentar sentir a diferença, se colocar no seu lugar. Diz o ditado que um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores. A verdadeira medida de compatibilidade não são os anos que passaram juntos; mas sim o quanto nesses anos vocês foram bons um para o outro.Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDOUm coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o tempo que você permitir. Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre. Permita-se rir e conhecer outros corações. Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida. A DOR DE UM CORAÇÃO PARTIDO É INEVITÁVEL, MAS O SOFRIMENTO É OPCIONAL!E LEMBRE-SE: É MELHOR VER ALGUÉM QUE VOCÊ AMA FELIZ COM OUTRA PESSOA, DO QUE VÊ-LA INFELIZ AO SEU LADO.Para meus amigos que são...INOCENTES.Ela(e) se apaixonou por ti, e você não teve culpa, é verdade. Mas pense que poderia ter acontecido com você. Seja sincero, mas não seja duro; não alimente esperanças, mas não seja crítico; você não precisa ser namorado(a), mas pode descobrir que ela(e) é uma ótima pessoa e pode vir a se tornar uma(um) grande amiga(o).Para meus amigos que tem MEDO DE TERMINAR.As vezes é duro terminar com alguém, e isso dói em você. Mas dói muito mais quando alguém rompe contigo, não é verdade? Mas o amor também dói muito quando ele não sabe o que você sente. Não engane tal pessoa, não seja grosso(a) e rude esperando que ela(e) adivinhe o que você quer. Não a (o) force terminar contigo, pois a melhor forma de ser respeitado é respeitando.Pra terminar ... Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.... Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... Um dia percebemos que o comum não nos atrai... Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom . .Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...Enfim... Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito... O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutar para realizar todas as nossas loucuras... Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Juro que tentei. Me esforcei ao máximo. Até catei outro assunto "da hora" nos sites de notícia e de busca, mas só me ofereceram o goleiro Bruno, a Dilma Rousseff e o José Serra. Aí achei melhor declinar. E me render à Copa, ainda que aos 45 do segundo tempo. Tinhosa feito a Jabulani, ela acabou me pegando. Na veia. Onde a coruja dorme.
Quer dizer, o Mundial não me pegou exatamente pelo futebol, muitíssimo menos pela seleção do Dunga, que, mesmo com tantos volantes, parecia sem direção (não foi à toa que nossa eliminação começou com uma "batida feia" entre Felipe Melo e Júlio César). Na verdade, o que mais chamou minha atenção sempre esteve fora das quatro linhas. A exceção, óbvio, foi a Jabulani, a bola mais "celebridade" da história das Copas. Periga ela aparecer no próximo Big Brother e faturar – com justiça – o prêmio.
Mas a Copa não foi só dela. Houve outros momentos dignos de nota (em qualquer coluna social): o rebolation da Shakira no show de abertura; as caras, as bocas e os besitos, à beira do campo, daquele-que-se-diz-melhor-que-Pelé; o polvo alemão que desbancou Mãe Diná, Robério de Ogum e Madame Mim; o mundo inteiro pedindo para que o Galvão Bueno calasse a boca; a campanha para que o Caio Ribeiro fosse libertado de seu cativeiro global; a torcida animadíssima de Larissa Riquelme pelo seu Paraguai...
Como não só de beldades vive um Mundial, tivemos também o velho Mick Jagger, que, como torcedor, é um excelente líder dos Rolling Stones; o ainda novo Cristiano Ronaldo, que, como jogador, foi o melhor garoto-propaganda do Gel do Seu Manuel; as onipresentes vuvuzelas, que, esperamos, sejam terminantemente proibidas em 2014; e os discursos improvisados do companheiro Lulalá, que, esperamos, sejam terminantemente proibidos em 2014, 2016...
Por essas e outras (que não caberiam neste top eleven), já está na história a primeira Copa na África. Claro, talvez tenha faltado um time da casa entre os semifinalistas – o que, cá entre nós, seria uma zebraça e confirmaria o jeitão de safári da festa. Mas la mano de Dios não quis assim, fazer o quê. Com ou sem zebra, o Mundial à africana cumpriu – com sobras – sua maior promessa: a de que a "fauna" seria exuberante...
"Ensinam muitas coisas as garotas:
Se um cara lhe machuca, ele gosta de você. Nunca tente aparar a própria franja.E um dia, vai conhecer um cara incrível e ser feliz para sempre. Todo filme e toda história implora para esperarmos por isso: A reviravolta no terceiro ato, a declaração de amor inesperada, a exceção à regra. Mas as vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer, entre os que vão ficar e os que vão te deixar. E talvez esse final feliz não inclua um cara incrível. Talvez seja você sozinha recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Ou talvez o final feliz seja isso: Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança."
Se um cara lhe machuca, ele gosta de você. Nunca tente aparar a própria franja.E um dia, vai conhecer um cara incrível e ser feliz para sempre. Todo filme e toda história implora para esperarmos por isso: A reviravolta no terceiro ato, a declaração de amor inesperada, a exceção à regra. Mas as vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer, entre os que vão ficar e os que vão te deixar. E talvez esse final feliz não inclua um cara incrível. Talvez seja você sozinha recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Ou talvez o final feliz seja isso: Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança."
(Ele Não Está Tão Afim De Você)
Assinar:
Postagens (Atom)